“Não importa qual é o vilão. Estamos preparados para acabar com qualquer tipo de praga.”
Baratas voadoras: Por que surgem e como controlar esse tipo específico de infestação
As baratas voadoras são uma das pragas urbanas que mais causam medo e repulsa, especialmente porque podem surpreender moradores e frequentadores de ambientes diversos.
Embora nem todas as espécies tenham a capacidade de voar, algumas delas possuem asas bem desenvolvidas e utilizam o voo como mecanismo de defesa ou deslocamento. Entender por que elas surgem e como controlar esse tipo específico de infestação é essencial para manter residências, condomínios e estabelecimentos comerciais protegidos.
1. Quais baratas realmente voam?
Nem todas as espécies de baratas são voadoras. No Brasil, as principais espécies com capacidade de voo são:
- Barata americana (Periplaneta americana): a mais comum; grande, marrom-avermelhada e frequentemente encontrada em ralos, redes de esgoto e áreas externas.
- Barata de esgoto: similar à barata americana, possui asas desenvolvidas e costuma voar em ambientes quentes e úmidos.
- Barata oriental: apesar de ter asas, voa pouco, mas pode planar em situações específicas.
Essas espécies diferem das baratas alemãs (pequenas e amarelas), que não voam e predominam em cozinhas e áreas internas.
2. Por que as baratas voadoras surgem?
2.1. Aumento da temperatura e umidade
Baratas voadoras se tornam mais ativas durante períodos de calor intenso, como no verão. O calor lhes dá energia para voar e procurar novos abrigos e fontes de alimento.
2.2. Buscam abrigo durante chuvas fortes
Em épocas de chuva, principalmente quando há enchentes ou retorno de esgoto, baratas voadoras saem das tubulações e emergem em busca de segurança.
2.3. Reprodução
Períodos reprodutivos fazem as baratas voadoras se deslocarem em busca de parceiros e locais adequados para formar novas colônias.
2.4. Excesso de baratas no ninho
Quando uma colônia já está saturada, as baratas tendem a migrar para novos locais, usando o voo como forma rápida de deslocamento.
2.5. Estruturas abertas e mal vedadas
Pontos como ralos abertos, janelas sem telas, portas com vãos e tubulações mal vedadas facilitam a entrada de baratas voadoras em casas e estabelecimentos.
3. Riscos e problemas causados por baratas voadoras
- Contaminação de alimentos e superfícies por fezes, secreções e patógenos.
- Transmissão de bactérias como Salmonella, E. coli e outros microrganismos provenientes do esgoto.
- Riscos a clientes e moradores, especialmente em restaurantes, cozinhas industriais e condomínios.
- Agravamento de alergias devido a partículas e fragmentos liberados no ambiente.
O risco sanitário é ainda maior porque baratas grandes têm maior contato com sujeira e ambientes contaminados.
4. Como controlar baratas voadoras de forma eficaz
4.1. Vedação de pontos críticos
A primeira etapa para controlar baratas voadoras é impedir sua entrada:
- Instale tampas abre/fecha nos ralos;
- Use telas milimétricas em janelas e áreas externas;
- Vede frestas, buracos e entradas de tubulações;
- Instale soleiras e escovas de vedação em portas.
4.2. Controle de umidade e limpeza
Ambientes úmidos e com sujeira facilitam a permanência de baratas voadoras:
- Mantenha ralos secos sempre que possível;
- Evite lixo acumulado;
- Limpe áreas externas próximas aos ralos e caixas de inspeção;
- Elimine fontes de alimento exposto, principalmente à noite.
4.3. Desinsetização profissional
Para baratas voadoras, a desinsetização exige técnicas diferentes das usadas para baratas menores. As empresas especializadas utilizam:
- Inseticidas líquidos de amplo espectro aplicados em ralos, áreas externas e pontos de passagem;
- Produtos microencapsulados, que permanecem ativos por semanas e atingem baratas que se deslocam pelo ambiente;
- Pó seco de contato aplicado em redes de esgoto e caixas de inspeção;
- Iscas específicas para captura e monitoramento;
- Tratamentos integrados seguindo normas da Vigilância Sanitária.
A desinsetização é o método mais eficaz para eliminar focos invisíveis e impedir novas infestações, especialmente em condomínios e comércios.
4.4. Inspeção e manutenção preventiva
O controle contínuo é essencial para evitar que baratas voadoras retornem. Recomenda-se:
- Inspeção mensal de ralos e caixas de gordura;
- Limpeza periódica da rede de esgoto interna;
- Monitoramento por armadilhas adesivas;
- Desinsetização trimestral ou conforme orientação técnica.
5. Quando a infestação é considerada urgente?
A presença de baratas voadoras é um forte indicativo de colônias grandes ou problemas estruturais. O alerta máximo ocorre quando:
- Baratas aparecem durante o dia;
- Muitas surgem após chuvas fortes;
- Elas entram pela cozinha ou área de serviço com frequência;
- Há mau cheiro vindo de ralos;
- Existem baratas grandes próximas ao lixo ou áreas externas.
Nesses casos, o atendimento profissional deve ser realizado imediatamente para evitar riscos sanitários e proliferação rápida.
As baratas voadoras surgem principalmente por calor intenso, chuvas, excesso de umidade e falhas estruturais, representando um risco sanitário significativo.
O controle efetivo desse tipo de infestação exige um conjunto de ações: vedação correta, limpeza, controle da rede de esgoto e, principalmente, desinsetização profissional com produtos adequados e estratégias específicas.
Essa é a forma mais segura e eficiente de proteger residências, restaurantes e condomínios contra essa praga tão resistente.
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